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	<title>Juventude com Jesus</title>
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	<description>Estudos do grupo de jovens da casa espírita Lar da Prece Bezerra de Menezes</description>
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		<title>O Esquecimento do Passado</title>
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		<pubDate>Sun, 01 Aug 2010 22:56:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Espiritismo]]></category>

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		<description><![CDATA[“Para nos melhorarmos, outorgou-nos Deus, precisamente, o de que necessitamos e nos basta: A voz da consciência e as tendências instintivas. Priva-nos do que nos seria prejudicial”. (O Evangelho Segundo o Espiritismo, Capítulo V, Item 11).
Este parágrafo refere-se ao tema de mais um estudo realizado em nossa casa: o esquecimento do passado. Na Doutrina Espírita, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>“Para nos melhorarmos, outorgou-nos Deus, precisamente, o de que necessitamos e nos basta: A voz da consciência e as tendências instintivas. Priva-nos do que nos seria prejudicial”</em>. (O Evangelho Segundo o Espiritismo, Capítulo V, Item 11).</p>
<p style="text-align: justify;text-indent:30px">Este parágrafo refere-se ao tema de mais um estudo realizado em nossa casa: o esquecimento do passado. Na Doutrina Espírita, nos acostumamos a chamar essa passagem, em que esquecemos nossas experiências das vidas passadas, de véu do esquecimento.</p>
<p style="text-align: justify;text-indent:30px">Nem sempre paramos para pensar na importância desse mecanismo, que é natural, faz parte do processo de reencarnação. Geralmente pensamos: “Se eu soubesse o que fiz no passado, seria mais fácil! Eu poderia ver quem machuquei, quem magoei, e consertaria tudo&#8230;”.</p>
<p style="text-align: justify;text-indent:30px">Mas não é tão simples. Como garantir que, se soubéssemos quem nós fomos e o que fizemos em nossas encarnações anteriores, não vestiríamos a nossa “roupa” antiga (clique aqui e saiba mais sobre personalismo) e voltaríamos a viver aquela outra vida deixada no passado?</p>
<p style="text-align: justify;text-indent:30px">E mais: se tivéssemos as recordações de nossos erros, poderíamos ficar com um sentimento de culpa tremendo, o remorso seria insuportável. Não lembramos dessas nossas vidas por um bom motivo: em vários casos, não seria possível agüentar a verdade&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;text-indent:30px">Mas apesar de não lembrarmos de nosso passado, nossos atos deixam conseqüências e rastros que precisam ser resolvidos. É a questão da responsabilidade. Na palestra a que assistimos sobre este assunto, entendemos um pouco mais sobre como esse esquecimento pode ser fundamental para permitir que quitemos essas dívidas.</p>
<p style="text-align: justify;text-indent:30px">Mas o que nós entendemos de responsabilidade? Bom, normalmente a palavra nos lembra coisas muito simples. Não me atraso para os compromissos que tenho, faço tudo o que me é designado tanto em casa quanto no colégio&#8230; Pronto! Sou responsável&#8230; Precisamos aprofundar mais, porque na verdade, o que estamos falando tem mais a ver com as conseqüências de nossos atos nas nossas vidas e nas vidas dos outros.</p>
<p style="text-align: justify;text-indent:30px">O livro “Memórias de um suicida” narra um caso interessante, e ao mesmo tempo muito triste, de um espírito em uma situação complicada.  Ele se suicidou pensando que, deste jeito, ajeitaria tudo em sua vida, porém somente agravou sua situação espiritual. Ao desencarnar, ele sofreu num vale de suicidas&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;text-indent:30px">Depois de certo tempo, ele conseguiu ter o mínimo de consciência para verificar em que situação havia deixado sua família&#8230; Com a sua ausência, os problemas que já eram graves, só aumentaram e a situação da família era lamentável. Seus filhos? Completamente perdidos. Ele viu o filho na cadeia. A menina, por outro lado, praticamente obrigada pela mãe, estava entregue à prostituição. E quem era co-responsável?</p>
<p style="text-align: justify;text-indent:30px">Ele, o suicida. Mas vejamos: a responsabilidade direta era de cada um, que tinha o livre arbítrio para tomar os caminhos que achasse melhor. Mas se ele não tivesse se suicidado&#8230; Talvez aquela situação não estivesse naquele estremo&#8230;!</p>
<p style="text-align: justify;text-indent:30px">E agora? Seria preciso reparar os danos que pareciam irreparáveis. Como esse pai, em uma vida futura, poderia olhar nos olhos desses filhos que tiveram a vida arruinada depois de uma decisão infeliz sua? E os filhos? Será que, tendo a plena consciência de tudo que aconteceu no passado, teriam capacidade para perdoar aquele abandono? Dificilmente.</p>
<p style="text-align: justify;text-indent:30px">É para isso que o véu do esquecimento existe. Mas para que construamos um futuro melhor, de verdade, é preciso que busquemos nos livrar das marcas dos erros do passado. Precisamos fazer a pergunta: “Será que, hoje em dia, eu vivo das minhas ‘roupas antigas’, ou eu construo uma ‘nova roupa’?” E ainda: “Sou co-responsável pela queda de alguém?”</p>
<p style="text-align: justify;text-indent:30px">São questões que só com auto-analise podemos responder&#8230; Pois devemos nos conhecer muito bem para saber se somos influenciados por nós mesmos! E como muitos espíritos superiores dizem: que possamos parar de viver o passado e construir um futuro melhor.</p>
<p style="text-align: right;">por Luis Henrique Santos</p>
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		<title>A escolha da Porta Estreita</title>
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		<pubDate>Tue, 06 Apr 2010 21:48:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Evangelho]]></category>

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		<description><![CDATA[Em nossas vidas temos escolhas a fazer: boas ou ruins, tudo depende das nossas atitudes, porque temos o nosso livre arbítrio. Muitas vezes optamos pela famosa porta larga, pela ‘’felicidade’’ que o mundo nos impõe. Quantos jovens, atualmente, em pleno sábado de sol, deixam de ir à praia com amigos e familiares para ajudar em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;text-indent:30px">Em nossas vidas temos escolhas a fazer: boas ou ruins, tudo depende das nossas atitudes, porque temos o nosso livre arbítrio. Muitas vezes optamos pela famosa porta larga, pela ‘’felicidade’’ que o mundo nos impõe. Quantos jovens, atualmente, em pleno sábado de sol, deixam de ir à praia com amigos e familiares para ajudar em trabalhos sociais, creches carentes ou orfanatos, por exemplo? Ou faltam festas para freqüentar uma casa espírita, igreja, ou qualquer outro estabelecimento religioso? Garanto que são poucos, muito poucos. Como mencionei anteriormente, temos o nosso livre arbítrio que nos permite fazer tais escolhas, mas aquelas que, realmente, vão nos sublimar, são as da porta estreita, as espirituais, as que Jesus nos ensinou.</p>
<p style="text-align: justify;text-indent:30px">Disse Jesus: ‘’Entrai pela porta estreita (larga é a porta, e espaçoso, o caminho que conduz para a perdição, e são muitos os que entram por ela), porque estreita é a porta, e apertado, o caminho que conduz para a vida, e são poucos os que acertam com ela‘’ (<a href="http://www.cristianizar.com.br/evangelho/evangelho_vaa_mateus07.html" target="_blank">Mateus, 7, vv. 13 e 14</a>). O Mestre fez uma comparação com as portas, para facilitar o entendimento. Ele comparou assim, pois é muito difícil e trabalhoso passarmos pelas provas e mudanças que nos conduzirão à verdadeira felicidade.</p>
<p style="text-align: justify;text-indent:30px">Mas se a porta estreita é a que nos leva à verdadeira felicidade, por que é tão complicado passarmos por ela? A resposta está em nossos defeitos: o orgulho, o egoísmo, a inveja, entre outros, não nos deixam encontrar a felicidade.</p>
<p style="text-align: justify;text-indent:30px">Podemos exemplificar esse assunto com Francisco de Assis. Ele era um jovem de família rica, que lhe permitiria ter uma vida sem problemas: com dinheiro, estabilidade, festas. Era uma porta muito larga e muito convidativa.</p>
<p style="text-align: justify;text-indent:30px">Apesar disso tudo, ele largou sua riqueza, festas e prazeres mundanos para ajudar o próximo, iniciando, assim, sua caminhada pela porta estreita. Foi difícil. Ele precisou sair de casa, foi rejeitado pelo pai e todos na cidadezinha de Assis o chamavam de louco. Isso sem falar nas dificuldades materiais, que o levaram muitas vezes a mendigar para ajudar seus novos amigos, os leprosos, e para se alimentar.</p>
<p style="text-align: justify;text-indent:30px">Temos, também, Madre Teresa, que largou o convento para ajudar seus irmãos que tanto necessitavam. A vida no convento era de reclusão, mas não tinha grandes dificuldades. Enquanto isso, ela sabia que lá fora pessoas sofriam e buscou estar com elas, compartilhar os sofrimentos e ajudar da forma que podia aquelas criancinhas de Calcutá.</p>
<p style="text-align: justify;text-indent:30px">Além desses grandes nomes, temos mais tantos que deixaram seus defeitos e a porta larga para trás, e seguiram na sua caminhada para a felicidade, mesmo com as dificuldades que surgiram, e sempre confiantes no mais Alto. Sejamos como eles, tendo em mente que difícil e adversa será essa caminhada, mas a recompensa será muito boa: a verdadeira felicidade e a nossa elevação espiritual.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: right;">por Juliana Moreira</p>
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		<title>Jejum, oração e auto-análise</title>
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		<pubDate>Sat, 13 Mar 2010 03:18:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Evangelho]]></category>

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		<description><![CDATA[“919. Qual o meio prático mais eficaz que tem o homem de se melhorar nesta vida e de resitir à atração do mal?
Um sábio da antiguidade vo-lo disse: Conhece-te a ti mesmo&#8230;”
(Santo Agostinho, Livro dos Espíritos, Questão 919, Capítulo XII)

“Esta casta não pode sair senão por meio de oração e jejum”
(Evangelho de Marcos, cap. IX, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;"><em>“919. Qual o meio prático mais eficaz que tem o homem de se melhorar nesta vida e de resitir à atração do mal?<br />
Um sábio da antiguidade vo-lo disse: Conhece-te a ti mesmo&#8230;”<br />
(Santo Agostinho, Livro dos Espíritos, Questão 919, Capítulo XII)<br />
</em></p>
<p style="text-align: left;"><em>“Esta casta não pode sair senão por meio de oração e jejum”<br />
(Evangelho de Marcos, cap. IX, v. 29)</em></p>
<p style="text-align: justify;text-indent:30px">O que essas duas passagens tem em comum? Se pensarmos bem, elas falam sobre ensinamentos relacionados. Afinal, como uma pessoa pode se conhecer se não tiver a ajuda dos benfeitores, por meio da oração? E como se envolver com eles sem jejuar? Sim, porque o que entendemos de jejuar? Nos estudos que fazemos no nosso Centro e vendo o significado da palavra, chegamos à conclusão de que jejum diz respeito a se abster, se privar de alguma coisa.</p>
<p style="text-align: justify;text-indent:30px">E no caso do ensinamento de Jesus? Bom, com certeza ele não estava falando de comida. Na verdade, a orientação dEle se referia as coisas espirituais. Jejuar, nesse contexto, é nos livrar do que faz mal ao espírito. A orientação veio quando os que acompanhavam o Mestre tinham dúvidas sobre o tratamento de um menino sob a obsessão de um espírito malsão, num episódio relatado no Novo Testamento. Mas ainda assim, fica um pouco complicado de entendermos isso&#8230; Vamos a um exemplo.</p>
<p style="text-align: justify;text-indent:30px">Procurei pesquisar mais sobre o Santo Agostinho, que trouxe a passagem sobre auto-análise publicada no Livro dos Espíritos, e encontrei algumas coisas interessantes no próprio livro de Kardec. No mesmo texto, ele diz para fazermos o mesmo que ele fazia quando aqui na Terra vivia&#8230; Ao final do dia, ele interrogava a sua consciência se havia ferido alguém, se havia feito algo que não tinha parte com o Bem.</p>
<p style="text-align: justify;text-indent:30px">Pensemos&#8230; Esse era a forma que Santo Agostinho encontrava para se conhecer melhor, tornando o jejum do que lhe fazia mal mais fácil! Pois perguntando a sua consciência se está tudo bem, ao encontrar algo errado, só depende da força de vontade para buscar subtrair este erro do seu dia-a-dia.</p>
<p style="text-align: justify;text-indent:30px">Santo Agostinho era na sua mocidade um rapaz que só se preocupava com as coisas mundanas. Sua mãe insistia para que ele se modificasse, mas ele permanecia num ambiente marcado pela sensualidade e coisas erradas. Até que um dia quando estava em estudos na cidade de Cartago, ele recebeu um livro que o levou a crer em Deus, coisa a que ele era indiferente antes. Depois dos estudos, a vivência que o modificou acabou rendendo duas páginas de ensinamentos no Livro dos Espíritos!</p>
<p style="text-align: justify;text-indent:30px">Com certeza, a auto-análise que Agostinho tanto exemplificou o ajudava e muito nesse trabalho de reforma íntima que todos precisamos fazer. Essa busca o levava ao estado de auto-conhecimento, em que vemos em quais situações agimos mal com alguém, ou quando percebemos aquela frase dita com certo tom de grosseria, de ironia&#8230; É quando aprendemos a nos conhecer mais profundamente, a partir da análise de ações pequenas como essas.</p>
<p style="text-align: justify;text-indent:30px">Seguindo nesse caminho, chega-se ao auto-descobrimento, muito mais profundo&#8230; Esse estado nos mostra as falhas morais, os desequilíbrios psíquicos, entre outros pontos. E no estudo que fizemos no Centro, percebemos que esse auto-descobrimento nos leva a perceber e diferenciar em que situação somos nós e em qual não somos. Isso é muito importante, porque em todos os momentos da nossa vida somos influenciados por espíritos, energias, locais e até por nós mesmos. Eu me refiro às nossas existências passadas&#8230; É o que chamamos no Centro de <a href="http://www.aveluz.com.br/cristianizar/?p=372" target="_blank">personalismo</a>, ou, como costumamos chamar, nossas “roupas” antigas. São influências de comportamentos que construímos em outras vidas. Dependendo da situação, elas podem ser acessadas facilmente e reviver defeitos ainda não superados.</p>
<p style="text-align: justify;text-indent:30px">Um exemplo que utilizamos para ilustrar esse personalismo é encontrado no livro Céu e o Inferno, de Allan Kardec. No capítulo IV, na segunda parte, ele traz a vida do Príncipe Ouran, que estava em condição de sofredor. Em sua encarnação como príncipe, ele endureceu graves defeitos morais. Essa encarnação ficou tão marcada nele que fez com que ele fracassasse nas outras encarnações, na busca desenfreada pela riqueza.</p>
<p style="text-align: justify;text-indent:30px">Isso é o personalismo. Um fenômeno neutro, uma influência natural que existe entre as múltiplas personalidades que construímos ao longo do tempo. Espíritos evoluídos, que construíram bons sentimentos no passado, sofrem uma boa influência do passado. Mas para nós, imperfeitos, é necessário o cuidado, pois o mais provável é que acessando as personalidades do passado revivamos atitudes erradas, e não virtudes, devido a nossa condição ainda não sublimada.</p>
<p style="text-align: justify;text-indent:30px">É com esse nosso auto-conhecimento e, mais tarde, aprofundando mais ao longo do tempo, o auto-descobrimento, que estaremos seguindo o ensinamento de Jesus, de buscar o jejum das coisas malsãs. Só assim identificaremos qual situação acessamos aquela personalidade egoísta, ou orgulhosa, ou invejosa. Só assim, seremos capazes de jejuar àquele comportamento. E sempre orar para nos fortalecer.</p>
<p style="text-align: justify;text-indent:30px">É claro que colocar esse ensinamento é um pouco complicado, porque o jejum necessariamente envolve algo que nós gostamos, algo que nos dá uma satisfação, mas que nos faz mal espiritualmente. Mas que possamos vencer essas barreiras e colocar em prática assim como Santo Agostinho fez e assim como Jesus nos orientou.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: right;">por Luís Henrique</p>
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		<title>Festa Infeliz</title>
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		<pubDate>Tue, 09 Feb 2010 00:48:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Espiritismo]]></category>

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		<description><![CDATA[De um simples agradecimento pela fertilidade do solo e da colheita, ao período mais conturbador do ano. O carnaval, que significa carne nada vale, teve início com os gregos que festejavam a farta colheita. Com o tempo, suas comemorações se uniram às dos romanos e, logo após, foram inseridos, nestas festividades, bebidas alcoólicas e práticas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;text-indent:30px">De um simples agradecimento pela fertilidade do solo e da colheita, ao período mais conturbador do ano. O carnaval, que significa <strong>car</strong>ne <strong>na</strong>da <strong>val</strong>e, teve início com os gregos que festejavam a farta colheita. Com o tempo, suas comemorações se uniram às dos romanos e, logo após, foram inseridos, nestas festividades, bebidas alcoólicas e práticas sexuais.  Com o passar do tempo, cada região festejava de uma forma diferente, de acordo com seus costumes.  Mas essa “festa” passou de uma simples brincadeira para ser o pior momento do ano (psíquica e energeticamente, falando), em que os desvarios, os prazeres, sensações e impulsos são potencializados ao máximo, onde parece não haver pudor e o mínimo de bom senso das pessoas.</p>
<p style="text-align: justify;text-indent:30px">Não precisamos ser espíritos evoluídos ou em missão para percebemos que, quando essa data se aproxima, o clima da cidade começa a mudar, tudo parece ficar mais perigoso, mais tumultuado, as pessoas parecem fazer mais “loucuras”.</p>
<p style="text-align: justify;text-indent:30px">Falando nisso, de acordo com o livro &#8220;Nas Fronteiras da Loucura&#8221;, psicografia de Divaldo Franco, pelo espírito Manoel Philomeno de Miranda, a psicosfera, ou seja, a atmosfera espiritual da cidade fica quase irrespirável.</p>
<p style="text-align: justify;text-indent:30px">Nesta obra, Manoel Philomeno narra como foi o trabalho dos espíritos para tentarem socorrer e ajudar os foliões.</p>
<p style="text-align: justify;text-indent:30px">Os espíritos “montaram”, no Campo de Santana (um local que parece um parque com área verdes no Rio de Janeiro, próximo ao sambódromo), um pronto-socorro.  Um dos casos que mais me chamou a atenção foi de um grupo de jovens que, embriagados, sofreram um acidente de carro e desencarnaram.  Quando os espíritos foram socorrê-los, havia um grupo de espíritos perseguidores, que queriam vampirizá-los, isto é, “sugar” as energias das vítimas. Felizmente, essas intenções foram dissipadas pela oração feita pelo coordenador do grupo, mas os jovens tiveram uma morte muito brusca e, como estavam alcoolizados, se tornaram suicidas inconscientes.</p>
<p style="text-align: justify;text-indent:30px">Nesse período, também aumentam em larga escala os casos de obsessões, como esse. Preferindo momentos de “alegrias” e prazeres falsos, as pessoas dão brechas enormes a espíritos que querem seu mal. Sem falar que no momento de “brincadeiras”, se nos permitirmos nos envolver com a festa, acabaremos nos ligando a esses espíritos. Eles nos seguem e, durante o sono, vamos com eles para onde eles queiram nos levar.</p>
<p style="text-align: justify;text-indent:30px">E essas influências ocorrerem principalmente conosco, jovens, pois queremos nos divertir, “curtir a vida”, aproveitar as festas. Dentro desse contexto, estimulados pela moda, por regras de comportamento, acabamos nos envolvendo mais facilmente, e fica mais difícil resistirmos às tentações das bebidas e drogas, que nesse período aumentam muito.</p>
<p style="text-align: justify;text-indent:30px">É muito importante nós, jovens, sabermos como devemos aproveitar a vida e não deixarmos para amanhã o que podemos fazer hoje. Nesse mesmo livro, tem um caso de dois casais amigos que ingressam na doutrina espírita e resolvem “curtir” o último carnaval. Só que o quê eles não sabiam é que um grupo de espíritos contrários havia tramado a morte de um dos casais. No plano cruel, o outro casal também sofreria junto no “pacote”. Dessa vez, o esforço dos espíritos responsáveis por estas pessoas conseguiu evitar a tragédia.</p>
<p style="text-align: justify;text-indent:30px">Então, por que arriscarmos nossa vida, nossa saúde física e mental por minutos de falsas alegrias?  Aproveite esse período do carnaval para se envolver com os bons espíritos. Ainda que o nosso pensamento não esteja de acordo com as loucuras e os excessos praticados nessa comemoração, devemos lembrar que os ambientes estão impregnados com energias irradiadas por espíritos de frequência baixíssima.</p>
<p style="text-align: justify;text-indent:30px">Entre em contato com a natureza, evite andar pelas ruas e assistir certos programas de TV (pois <a href="http://www.aveluz.com.br/juventudecomjesus/?p=97" target="_blank">a TV também é um meio de transmissão de energias</a>) . Enfim, preserve sua saúde mental, psíquica e, principalmente, sua vida.</p>
<p style="text-align: justify;text-indent:30px">
<p style="text-align: right; text-indent: 30px;">por Maria Fernanda Furtado</p>
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		<title>Conquistar o Amor</title>
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		<pubDate>Fri, 29 Jan 2010 10:35:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Evangelho]]></category>

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		<description><![CDATA[Antes de sua partida, Jesus orientou aqueles que o acompanhavam com Seus ensinamentos transcendentais: não levar ouro nem prata, nem mesmo outra túnica; jamis receber algo em troca do que ofertarem; sempre confiar em Deus, principalmente, nos momentos difíceis; buscar as pessoas pelo sentimento para lhes ensinar o Evangelho&#8230; E para difundir o evangelho não [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;text-indent:30px">Antes de sua partida, Jesus orientou aqueles que o acompanhavam com Seus ensinamentos transcendentais: não levar ouro nem prata, nem mesmo outra túnica; jamis receber algo em troca do que ofertarem; sempre confiar em Deus, principalmente, nos momentos difíceis; buscar as pessoas pelo sentimento para lhes ensinar o Evangelho&#8230; E para difundir o evangelho não basta apenas falar dele, dizer como ele é bonito. É  necessário vivenciá-lo, exemplificar o que se fala, porque é  com exemplo, mais do que com as palavras, que demonstramos a real importância dos ensinamentos de Jesus e da reforma íntima. Não adianta falar para uma pessoa fazer ou ser de determinada forma, se nós mesmos não somos nem fazemos o que pregamos. Só assim, vivenciando o evangelho é que conseguiremos conquistar aquele Amor que Jesus tanto nos falou, exemplificou e vivenciou.</p>
<p style="text-align: justify;text-indent:30px">Mas, o que seria o Amor? Será  que é aquele sentimento entre homem e mulher, e que muitas vezes é confundido com a paixão? Não! O Amor é um sentimento muito maior -  é a reunião de todas as virtudes e valores.</p>
<p style="text-align: justify;text-indent:30px">Os valores são sentimentos que nos levarão às virtudes. Quem exercita o valor da  simplicidade, por exemplo, está no caminho da virtude da Humildade. Mas para conquistar a condição de espírito humilde, é preciso cultivar outros valores, como o desapego e o ocultar-se, aquela postura sublime de se apagar diante do bem que fazemos&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;text-indent:30px">Nesse caminho, a lista de valores é muito extensa: fidelidade, austeridade, contentamento, honestidade, serenidade, respeito, não-violência, renúncia, sacrifício pessoal, sabedoria. São sentimentos que podemos cultivar no nosso cotidiano, em pequenas atitudes.</p>
<p style="text-align: justify;text-indent:30px">O livro <a href="http://www.aveluz.com.br/loja/produtos_descricao.asp?lang=pt_BR&amp;codigo_produto=6" target="_blank">Jóias da Alma</a>, escrito por André Luiz Lopes Sant&#8217;Ana, ajuda muito a entender melhor a conquista desse sentimento do Amor verdadeiro. A história conta as aventuras de Rashid, um jovem persa que sonhava em conquistar tesouros, palácios e outras riquezas fantásticas. Certo dia, seu anjo protetor decidiu lhe dar uma lição e anunciou que seus pedidos foram atendidos: naquela noite, eles sairiam em busca de um tesouro valiosíssimo.</p>
<p style="text-align: justify;text-indent:30px">No começo da jornada, o jovem Rashid ainda pensa estar em busca de ouro e diamantes, mas, aos poucos, ele é conduzido por diversas situações em que brilham os sentimentos mais puros. Em cada episódio da aventura, ele entra em contato com uma “jóia” diferente. Aqui, é a generosidade de um padeiro que busca ajudar aos mais necessitados, de todas as formas. Ali, é a fé, demonstrada por uma jovem mãe que confia em Deus no momento mais difícil. Ou então, a humildade de um médico que, apesar de famoso e renomado, se oculta ao máximo para ajudar comunidades carentes. Enfim, depois de exemplos como esse, Rashid acabou percebendo de quê tesouro seu anjo estava falando: era o Amor, a reunião de todas as virtudes.</p>
<p style="text-align: justify;text-indent:30px">A história de Rashid é  uma ficção, mas todas as situações podem ser encontradas na vida real a todo momento e praticadas por nós mesmos. O verdadeiro Amor, é assim&#8230; um sentimento nobre, bom , bem diferente do apego. É querer bem a pessoa, que pode ser um amigo, uma amiga, uma mãe, um pai, um familiar&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;text-indent:30px">E só há uma maneira de conquistá-lo: vivenciando a todo momento essas virtudes e valores em nosso dia-a-dia.</p>
<p style="text-align: justify;text-indent:30px">
<p style="text-align: right; text-indent: 30px;">por Maria Fernanda</p>
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		<title>Reencarnação: oportunidade de crescer</title>
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		<pubDate>Wed, 13 Jan 2010 21:24:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Espiritismo]]></category>

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		<description><![CDATA[Segundo O Livro dos Espíritos, de Allan Kardec, Deus nos criou simples e ignorantes, e  possibilitou aos espíritos a encarnação, com o objetivo de fazê-los chegar à perfeição. A Terra é um planeta de provas e expiações, por isso, para alguns espíritos encarnados aqui, a encarnação é em forma de expiação e para outros, provas.
É [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;text-indent:30px">Segundo O Livro dos Espíritos, de Allan Kardec, Deus nos criou simples e ignorantes, e  possibilitou aos espíritos a encarnação, com o objetivo de fazê-los chegar à perfeição. A Terra é um planeta de provas e expiações, por isso, para alguns espíritos encarnados aqui, a encarnação é em forma de expiação e para outros, provas.</p>
<p style="text-align: justify;text-indent:30px">É importante para o espírito experimentar várias encarnações, pois é nelas que ele poderá passar por todas as experiências na matéria, cultivando bons sentimentos, nos diversos cenários que ele se encontrar</p>
<p style="text-align: justify;text-indent:30px">Deus, em sua misericórdia infinita, nos dá o esquecimento de nossas vidas passadas. Isso permite, por exemplo, que duas pessoas que foram inimigas em uma encarnação, possam vir como membros de uma mesma família numa próxima vida (marido e mulher, irmãos etc.) para quitarem débitos contraídos em outras existências.</p>
<p style="text-align: justify;text-indent:30px">É importante lembrar que a encarnação não é nenhum castigo. Não estamos voltando à vida material para sofrer, e sim para aprender. As pessoas que nascem cegas, sem algum membro do corpo, ou com outras dificuldades, físicas ou não,  provavelmente fizeram mau uso de seu livre-arbítrio, e estão sofrendo as conseqüências nessa encarnação ou, por vontade própria, pediram para passar tal ou qual teste, para crescer ainda mais.  Antes de encarnar, cada espírito a partir do livre-arbítrio, e também de seu grau de entendimento e evolução, pode escolher o que quer fazer, assim podendo apressar ou retardar o momento de sua encarnação. Claro que todo esse processo sempre é amparado pelos benfeitores espirituais.</p>
<p style="text-align: justify;text-indent:30px">Muitos espíritos ainda não compreendem a reencarnação, conseqüentemente, não pensam também em suas atitudes enquanto estão encarnados. Algumas perguntas podem e devem ser feitas, como as que foram propostas ao final da nossa aula:</p>
<p style="text-align: justify;">O que deixamos de fazer e o que poderíamos ter feito?</p>
<p style="text-align: justify;">Agradecemos a dedicação de nossos pais e amigos?</p>
<p style="text-align: justify;">Temos consciência e gratidão pelo alimento, pelo lar, pelo vestuário?</p>
<p style="text-align: justify;text-indent:30px">São perguntas que todos deveríamos fazer a nós mesmos, e refletir então, sobre nossas atitudes nessa encarnação, e o que poderíamos fazer para mudar o que há de errado.</p>
<p style="text-align: justify;text-indent:30px">
<p style="text-align: right; text-indent: 30px;">por Gabriela Lima</p>
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		<title>Cultivar o Amor</title>
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		<pubDate>Mon, 11 Jan 2010 23:14:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Evangelho]]></category>

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		<description><![CDATA[“Traziam-lhe também as crianças, para que as tocasse; mas os discípulos, vendo isso, os repreendiam.  Jesus, porém, chamando-as para si, disse: Deixai vir a mim as crianças, e não as impeçais, porque de tais é o reino de Deus. Em verdade vos digo que, qualquer que não receber o reino de Deus como criança, de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;"><em>“Traziam-lhe também as crianças, para que as tocasse; mas os discípulos, vendo isso, os repreendiam.  Jesus, porém, chamando-as para si, disse: Deixai vir a mim as crianças, e não as impeçais, porque de tais é o reino de Deus. Em verdade vos digo que, qualquer que não receber o reino de Deus como criança, de modo algum entrará nele.” (Lucas, cap. 18, vv 15 a 17)</em></p>
<p style="text-align: justify;text-indent:30px">Essa passagem nos faz pensar&#8230; Se, na época de Jesus, as mães tentavam instruir os filhos para o bem, como é hoje em dia? Sabemos que o mundo hoje é mais evoluído, tem mais facilidades. Diferente das imposições e restrições sobre crianças e mulheres daquela época, vivemos uma cultura mais livre, com mais acesso à informação. A vida é mais fácil, portanto, deveria haver uma procura maior das mães para que seus filhos conhecessem Jesus.</p>
<p style="text-align: justify;text-indent:30px">Mas isso não ocorre&#8230; Que tipo de mãe hoje em dia prefere levar o filho a um local de oração a levá-lo ao cinema num sábado? Ou levá-lo à  uma tarefa de auxílio ao próximo, ao invés de  levá-lo à praia?</p>
<p style="text-align: justify;text-indent:30px">Levar os filhos a Jesus, naquela época, significava vencer todas as barreiras. Como sempre falamos no nosso centro, hoje em dia, as dificuldades são morais: é uma pressão de amigos pra ir à praia, às festas&#8230; É um convite que parece irrecusável&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;text-indent:30px">Mas, ao longo da História, podemos lembrar de irmãos que perceberam essa deficiência de Evangelho nas crianças e jovens, que tentaram e conseguiram levar luz à crianças e jovens nessa idade tão importante para o desenvolvimento espiritual&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;text-indent:30px">Vejamos, por exemplo, Dom Bosco. Considerado santo pela Igreja Católica, ele viveu na Itália, no século XIX e entrou para a história graças ao trabalho realizado nos Oratórios Festivos, que deu origem à ordem salesiana. Não trarei a biografia dele aqui, deixarei isso para um próximo estudo, mas é importante saber que ele não só proporcionava um ambiente de educação e lazer para seus jovens, como também ensinava o Evangelho, se preocupando desde sua juventude com a educação segundo o Evangelho para com os jovens e crianças.</p>
<p style="text-align: justify;text-indent:30px">O que mais me impressiona no Dom Bosco é o desvelo que ele tinha para ensinar a esses jovens! Na época, já existiam oratórios na Igreja Católica, mas as reuniões ocorriam em apenas uma parte do domingo. Dom Bosco, se preocupando com a educação e não com o seu tempo e afazeres, criou o Oratório Festivo, que consistia em ficar o domingo todo com os jovens, além de dedicar também os feriados à tarefa.</p>
<p style="text-align: justify;text-indent:30px">Ele gostava de fazer malabarismos, brincadeiras e adorava música. Com isso, ele atraía os jovens, com a condição de que eles lembrassem do que havia sido passado durante o dia com relação a Jesus. E o que mais me impressiona é que estamos falando de uma época em que poucos se preocupavam com o bem-estar dos jovens e crianças, pois era o auge da revolução industrial&#8230; Crianças trabalham nas fábricas sem nenhum direito a viverem a sua infância e Dom Bosco fez com que elas vivessem uma parte de sua infância nos Oratórios Festivos!</p>
<p style="text-align: justify;text-indent:30px">Para consolidar sua obra, ele enfrentou todas as dificuldades que surgiram no seu caminho. Conforme o tempo passava, era difícil acolher as centenas de meninos que surgiam e, em certo momento, o oratório chegou a ser alvo de perseguições, obrigando Dom Bosco e seus jovens a se mudarem diversas vezes. Mas ele perseverou sempre e garantiu a continuidade da obra, que existe até hoje em mais de 130 países.</p>
<p style="text-align: justify;text-indent:30px">Também temos o exemplo de Madre Teresa, mais próximo de nossos tempos. Ela não tinha condições de fazer nada quando saiu do convento para ensinar as crianças em Calcutá&#8230; Mas mesmo assim o fez, começou a ensiná-las do jeito que dava. Começou debaixo de uma árvore a ensiná-las a ler e a escrever, sempre com muito carinho e atenção.</p>
<p style="text-align: justify;text-indent:30px">O que mais me chama a atenção na vida da Madre Teresa é que o cenário em que ela vivia era muito complexo. Era uma zona de conflito entre os muçulmanos e os hindus, e ela era católica. Por mais que ela tentasse ajudar, era difícil lidar com a rejeição do povo. Mas ela lutou contra as dificuldades até conseguir com que o povo confiasse nela.</p>
<p style="text-align: justify;text-indent:30px">Que possamos assim como ela, Dom Bosco, e tantas outras pessoas, fazer com que as crianças recebam a semente do bem, mesmo com as dificuldades que temos hoje. Se pais e mães, enfim, de todos os adultos  puderem envolver as crianças, que ficam sob suas responsabilidades, com o Evangelho, com certeza elas se tornarão adultos melhores, com base no bem.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: right;">por Luís Henrique</p>
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		<title>Conhecer Jesus</title>
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		<pubDate>Tue, 05 Jan 2010 02:33:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Evangelho]]></category>

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		<description><![CDATA[“Porque um menino nos nasceu, um filho se nos deu, e o principado está sobre os seus ombros, e se chamará o seu nome: Maravilhoso, Conselheiro, Pai da Eternidade, Príncipe da Paz.&#8221; (Isaias 9 :6)

&#8220;Eu, o Senhor, te chamei em justiça, e te tomarei pela mão e te guiarei, para abrir os olhos dos cegos, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;"><em>“Porque um menino nos nasceu, um filho se nos deu, e o principado está sobre os seus ombros, e se chamará o seu nome: Maravilhoso, Conselheiro, Pai da Eternidade, Príncipe da Paz.&#8221; (Isaias 9 :6)</em></p>
<p style="text-align: right;"><em><br />
&#8220;Eu, o Senhor, te chamei em justiça, e te tomarei pela mão e te guiarei, para abrir os olhos dos cegos, para tirar da prisão os presos, e do cárcere os que jazem em trevas”. (Is. 42: 6-7) </em></p>
<p style="text-align: right;"><em><br />
“No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus. O Verbo estava no mundo, o mundo foi feito por intermédio dele, mas o mundo não o conheceu.”  (João 1:1,10)</em></p>
<p style="text-align: right;"><em><br />
</em></p>
<p style="text-align: justify;text-indent:30px">E então, quem foi realmente Jesus, o Cristo, tão falado por Isaías e por João Batista? Pouco antes do Natal, tivemos em nossa casa diversos estudos sobre o significado do nascimento de Jesus. Nesse período em que relembramos aqueles dias, pudemos parar para analisar esse episódio tão importante de nossa História. Mas, para realmente nos envolvermos com o sentimento verdadeiro do Natal, procuramos estudar um pouco mais, para entender quem é, de fato, o Cristo.</p>
<p style="text-align: justify;text-indent:30px">Hoje, quando lembramos de Jesus ou pensamos nele, logo remetemos ao Natal, ao seu nascimento. Mas seu trabalho começou muito antes de sua chegada à Terra. Teve início com José, Moisés (libertando o povo do Egito) e depois com o profetas: Eliseu, Daniel, Jeremias, Obadias e tantos outros. Cerca de 5000 espíritos o ajudaram nesse trabalho de preparação do povo para a sua chegada, foi uma preparação dos corações das pessoas. Nenhum desses profetas que vieram antes de Jesus eram espíritos puros, mas eram humildes, caridosos, fraternos&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;text-indent:30px">Uma pessoa humilde, por exemplo, naquela época, era novidade, porque não existia isso. Não que a virtude não existisse, mas não havia ninguém humilde encarnado, para quem as pessoas pudessem olhar e reconhecer a humildade. E esse ciclo se termina com João Batista, o último profeta antes de Jesus.</p>
<p style="text-align: justify;text-indent:30px">Só que se criou, hoje, uma cultura difícil, onde Jesus é retratado como uma personagem, um ser distante. Antes, ele era visto como uma pessoa como outra qualquer, porém carinhoso, meigo, amigo. Mas muitos dos relatos dos evangelistas se transformavam.  E hoje, esses escritos parecem confusos, obscuros, difíceis de ler e não conseguimos enxergar o homem Jesus, enxergamos o Mestre, o Filho de Deus; como se só ele fosse o filho de Deus.</p>
<p style="text-align: justify;text-indent:30px">É importante entendermos Jesus, mas não esse Jesus que nos é transmitido, mas sim o verdadeiro, aquele que nasceu num estábulo, na presença de simples pastores, e não num palácio.  Temos que entender quem é o Espírito Jesus e o que ele nos proporcionou, só assim conseguiremos absorver sua mensagem e realmente segui-lo, compreendê-lo.</p>
<p style="text-align: justify;text-indent:30px">Ele não foi o homem que morreu na cruz para pagar nossos pecados, mas Ele é o homem que nos ensinou como superá-los, como deixarmos de errar, de ter esses sentimentos negativos.</p>
<p style="text-align: justify;text-indent:30px">Como sabemos, Jesus é o único espírito puro que conhecemos e Ele habita nos páramos celestiais, e esse tipo de espírito tem uma felicidade que não se restringe a aquisições materiais. Não, não é isso. A felicidade deles é fazer os outros felizes. E foi assim que Jesus, se compadecendo de nós, fez um planeta, mas um planeta que não era para Ele habitar. Era para um grupo de espíritos que estavam expiando seus erros e resgatando o passado habitarem.</p>
<p style="text-align: justify;text-indent:30px">Ele não veio para se mostrar, para dizer “olhem como sou puro”. Jesus veio para que nós pudéssemos seguir seu exemplo, um novo modo de viver, uma filosofia nunca antes vista; uma renovação de atitudes.</p>
<p style="text-align: justify;text-indent:30px">Durante o ano, quando lembramos de Jesus, se lembramos, é em abril, na Páscoa, e em dezembro, no Natal. Mas o que seria o Natal sem a vivência cristã? O Natal é um convite ao envolvimento com nossos benfeitores e é também um momento para realizarmos a análise dos ensinamentos deixados por Jesus, para vivenciá-los.</p>
<p style="text-align: justify;text-indent:30px">É claro que hoje não podemos vê-lO pessoalmente, ter esse contato físico com Ele, conversar, ouvi-lO fisicamente. Mas podemos vivenciar o que Ele nos deixou, porque é o sentimento que nos liga a Ele. Para que, um dia, consigamos estar em Sua companhia. Com certeza, só assim, seremos felizes realmente.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: right;">por Maria Fernanda</p>
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		<title>Ano Novo: Renovação com Jesus</title>
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		<pubDate>Fri, 01 Jan 2010 20:47:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Evangelho]]></category>

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		<description><![CDATA[Chegamos ao fim de mais um ano e todos se entusiasmam com o Ano Novo que acabou de começar. Fazemos planos, desejos e pensamos nas coisas que não conseguimos fazer no ano passado e que tentaremos neste novo período. Na última palestra que ouvi no nosso centro, aprendi um novo conceito de Ano Novo: essa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;text-indent:30px">Chegamos ao fim de mais um ano e todos se entusiasmam com o Ano Novo que acabou de começar. Fazemos planos, desejos e pensamos nas coisas que não conseguimos fazer no ano passado e que tentaremos neste novo período. Na última palestra que ouvi no nosso centro, aprendi um novo conceito de Ano Novo: essa é uma época de renovação, na qual devemos almejar sermos pessoas melhores no ano que está chegando, essa é a hora para analisar tudo o que fizemos de errado esse ano para tentarmos não repetir no próximo. É tempo de analisar também o que fizemos de certo para que possamos fazer ainda mais.</p>
<p style="text-align: justify;text-indent:30px">Que no ano que vem continuemos buscando em Jesus o caminho para a felicidade, porém com mais vontade e mais coragem de enfrentar os problemas do dia a dia segundo a moral e cristã e tentando pôr em prática os ensinamentos do Mestre.</p>
<p style="text-align: justify;text-indent:30px">Que este sentimento de renovação que temos nesta época vá além do nosso pensamento e nos faça agir para encontrar cada vez mais a força de vontade dentro de nós para ajudar nosso próximo e deste modo ajudar a nós mesmos.</p>
<p style="text-align: justify;text-indent:30px">Às vezes não notamos, mas a cada minuto, nas menores coisas, temos a oportunidade de evoluir mesmo que seja só um pouquinho. Mas no Ano Novo temos essas oportunidades mostradas pra nós de maneira que se torna impossível não notar.</p>
<p style="text-align: justify;text-indent:30px">É comum ouvirmos &#8220;ano novo, vida nova&#8221;. Pois bem. Nessa época todos querem mudar nem que seja uma pequena coisinha em suas vidas.  Que essa sede de mudança nos contagie, nos fazendo desejar cada vez mais semear o bem, para um dia alcançarmos a plena felicidade espiritual.</p>
<p style="text-align: justify;text-indent:30px">Durante a palestra, lembramos da vivência de Levi Mateus, o evangelista. Para ele, nada de material lhe faltava. O emprego de coletor de impostos garantia estabilidade financeira, uma casa confortável, criados&#8230; Mas nada disso amenizava o vazio que ele sentia no coração.</p>
<p style="text-align: justify;text-indent:30px">O encontro de Mateus com Jesus marcaria sua vida para sempre. Depois de se sensibilizar com as primeiras notícias de Jesus na sinagoga de Cafarnaum, ele decidiu convida-lO para um encontro em sua casa. Daquele dia em diante, o coletor de impostos nunca mais foi o mesmo, deixando tudo para trás para seguir os passos do Cristo.</p>
<p style="text-align: justify;text-indent:30px">Assim como no exemplo de Levi Mateus, temos que perceber que as coisas materiais não nos tornam completos, que precisamos dos sábios ensinamentos do Cristo para tudo em nossa existência e depois disso podemos começar nossa renovação segundo a ética cristã.</p>
<p style="text-align: justify;text-indent:30px">A decisão de seguir verdadeiramente Jesus cabe a cada um de nós. Assim como Mateus se dedicou a seguir o Mestre e a registrar sua vida para que todos pudessem receber seus ensinamentos, nós devemos nos dedicar em nossa luta diária no combate aos nossos defeitos e ao auxílio do próximo.</p>
<p style="text-align: justify;text-indent:30px">Desejo a todos que nesse novo ano não mudem apenas o número do calendário em suas vidas, mas que possam renovar seus atos e palavras tornando-os dignos de quem conhece os ensinamentos de Jesus e tenta colocá-los em prática. Um feliz 2010 com muita paz e renovação.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: right;">por Thayná Pinheiro</p>
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		<title>Dia de Revisão</title>
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		<pubDate>Tue, 29 Dec 2009 19:30:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Espiritismo]]></category>
		<category><![CDATA[Evangelho]]></category>

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		<description><![CDATA[Todo mês, na última aula de quinta-feira, ocorre nossa sabatina. Esse encontro nada mais é do que uma “retrospectiva” de tudo que foi estudado no período, uma espécie de revisão, em que relembramos os pontos principais das aulas anteriores.
Meios de Comunicação
O tema da primeira aula foi “meios de comunicação”. Essa aula não foi somente para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;text-indent:30px">Todo mês, na última aula de quinta-feira, ocorre nossa sabatina. Esse encontro nada mais é do que uma “retrospectiva” de tudo que foi estudado no período, uma espécie de revisão, em que relembramos os pontos principais das aulas anteriores.</p>
<p><strong>Meios de Comunicação</strong></p>
<p style="text-align: justify;text-indent:30px">O tema da primeira aula foi “meios de comunicação”. Essa aula não foi somente para comentar sobre os próprios meios, celular, televisão, rádio, computador, etc., pois eles são neutros. Foi para conversarmos sobre como nós os utilizamos.</p>
<p style="text-align: justify;text-indent:30px">Como todos vocês já devem saber, em tudo há energia, e não seria diferente com as músicas que ouvimos, com os filmes e as séries que tanto gostamos de assistir e nos fazem rir, ou ainda nos jogos de computador que jogamos&#8230; Todos esses meios emitem energias, nós as absorvemos, e como sempre há um reflexo.  Se é uma boa energia, sentimos uma paz ou um bem estar; se é uma energia ruim, nos sentimos mal, temos dor de cabeça, enjoo. Isso não ocorre, necessariamente, logo após o contato com esse tipo de energia: esse reflexo pode ser sentido horas, dias e até mesmo semanas após o contato com ela.</p>
<p style="text-align: justify;text-indent:30px">É muito importante sabermos qual é a maneira certa de utilizar esses meios de comunicação, porque, dependendo do que vamos ver, ouvir ou jogar, vai ser com essas energias que vamos nos envolver. E vamos preferir nos expor à influência de certos espíritos à toa? Só para termos minutos de diversão em um jogo ou em um filme? Será que colocar nossa segurança psíquica em risco vale um filme ou uma música?</p>
<p style="text-align: justify;text-indent:30px">Foi o que conversamos na aula seguinte, quando tivemos a visita do Marcello, um integrante do centro, de 20 anos de idade, que escreveu um <a href="http://www.aveluz.com.br/cristianizar/?p=604" target="_blank">post no Blog Cristianizar</a> sobre os usos dos meios de comunicação.  Ele nos contou um pouco sobre sua vivência. Sua busca por, cada vez mais, utilizar melhor esses meios, e provou-nos que é possível fazer isso. Ele falou também que agora, com essa nova vivência, ele sente que sua vida ficou bem diferente, muito melhor do que era antes.</p>
<p style="text-align: justify;text-indent:30px">Nesse dia, o tema do estudo era “não colocar a candeia debaixo do alqueire”. Como essa frase mesmo diz, não pôr a candeia (objeto parecido com uma lâmpada, que emite luz) debaixo do alqueire (um tipo de móvel), seria não “esconder” sua luz.  Nada mais é do que colocar em prática os ensinamentos que aprendemos, a luz que recebemos.</p>
<p style="text-align: justify;text-indent:30px">A escolha de um bom filme, de um livro edificante e de músicas elevadas é um ótimo passo para começarmos a fazer brilhar essa luz. Se nos envolvermos com esse tipo de conteúdo, nos envolvemos também com os bons espíritos, que nos ajudarão a aplicar melhor os ensinamentos de Jesus.</p>
<p><strong>Buscai e achareis</strong></p>
<p style="text-align: justify;text-indent:30px">Na terceira aula, estudamos o “<a href="http://www.espirito.org.br/portal/artigos/calligaris/buscai-e-achareis.html" target="_blank">buscai e achareis</a>”. Tudo que se faz hoje será refletido lá na frente, nossos atos e escolhas, ou seja, você é aquilo que você faz. Se você escolhe o caminho certo, o do bem, de Jesus, no mundo espiritual você estará com esse mesmo tipo de pessoa, com esse mesmo ideal; mas se escolhemos o outro caminho&#8230; É com esse tipo de espíritos que estaremos lá do outro lado.</p>
<p style="text-align: justify;text-indent:30px">Nessa aula tivemos a presença de outro integrante do centro. A Thaís, de 17anos, nos falou  de sua vivência, pois ela vive no mesmo mundo em que nós, jovens, estamos: a rotina  casa-escola. Ela nos deu seu exemplo de como é possível buscarmos a vivencia cristã no nosso dia a dia &#8211; o que nos foi muito bom.</p>
<p style="text-align: justify;text-indent:30px">Dentre outras coisas, ela nos contou que desde novinha, queria muito aprender as coisas espirituais e buscava esse caminho. Além disso, falou como se sentia bem, feliz, realizada quando fazia ou trabalhava em alguma atividade do centro; e que essa felicidade era diferente da felicidade de ir a praia ou ao shopping. Nesses casos, nos sentimos “felizes” na hora, mas tudo passa em 5 segundos. A Felicidade de fazer uma tarefa no Bem é bem diferente&#8230; ela não acaba&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;text-indent:30px">A Thaís tenta vivenciar, colocar em prática tudo que aprende. Ela comentou que no centro é muito fácil fazer o bem, não se irritar, ajudar sempre as pessoas, pois todos lá dentro são assim; lá nós nos sentimos fortalecidos, envolvidos e com a certeza de que vamos conseguir. Mas quando saímos&#8230; aí a coisa fica bem diferente, tudo parece nos chamar para o contrário, para fazer as coisas que, agora sabemos, são erradas. Porque vivemos num mundo materialista e se não fazemos o que a maioria faz, somos julgados, excluídos ou até mesmo taxados de fanáticos.</p>
<p style="text-align: justify;text-indent:30px">Mas para seguir o Cristo, praticar o que ele nos exemplificou, não é necessário ser o excluído, é preciso seguir essa máxima: viver no mundo e não viver o mundo. Ou seja, não se deixar envolver ou levar pelas questões materiais, saber selecionar e adaptar, escolher.</p>
<p style="text-align: justify;text-indent:30px">Por exemplo, na escola, sabermos escolher melhor nossas amizades, ver aquela pessoa que melhor se encaixa aos valores que se apreende, aquela pessoa honesta, que não faz brincadeiras de mal gosto com os outros&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;text-indent:30px">Mesmo tendo a consciência de que, no mundo em que vivemos, é difícil achar uma pessoa que tenha o mesmo ideal que o nosso, o de seguir o Cristo, devemos perseverar sempre. Nossas ações no Bem podem ser pequenas, mas, aos poucos, podem contribuir para a construção de um mundo melhor.</p>
<p style="text-align: justify;text-indent:30px">
<p style="text-align: right; text-indent: 30px;">por Maria Fernanda</p>
]]></content:encoded>
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